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Curso

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> JORNADA ONLINE

> IMERSÃO

> JORNADA ONLINE PÓS-IMERSÃO

> PALESTRANTES

 

A terceira edição do curso “Ativismo e Mobilização para Sustentabilidade” é indicada para pessoas que estão envolvidas com ativismo, mobilização e campanhas ligadas à temática de sustentabilidade (ambiental, social e econômica) na área florestal/rural. O foco é no aprimoramento de suas práticas, na troca de experiências e no aprendizado de novos conteúdos, métodos, conceitos, ferramentas e estratégias.

O curso tem a duração de um mês, dividido em três etapas: jornada online, imersão e jornada online.

 

 

A etapa Imersão deste curso será realizada próximo a Manaus, na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, situada quase na foz do igarapé Tumbiras, afluente da margem direita do Rio Negro, a 5 horas de Manaus, de barco regional. A comunidade está inserida na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro. Tod@s os participantes dormirão em redes, em alojamentos coletivos.

INSCRIÇÕES ENVIO DE MATERIAIS
JORNADA ONLINE IMERSÃO ONLINE PÓS-IMERSÃO
12/01a 03/02 13/02 27/02 a 02/03 04 a 11/03 12 a 26/03

Esta é uma iniciativa independente, um curso livre não ligado ao MEC, empresas ou a partidos políticos. Os textos para leitura e vídeos sugeridos não refletem necessariamente a visão de seus organizadores nem o apoio às instituições ou autores. Eles têm o objetivo de fomentar a reflexão e discussão sobre os temas abordados durante o curso.


A primeira etapa acontecerá em um período de uma semana, utilizando uma plataforma online exclusiva do curso e restrita aos participantes, em que serão promovidos debates e fóruns e a interação entre todos os participantes, tanto deste curso quando dos anteriores.

Para que esta etapa aconteça, o participante receberá por e-mail um material para leitura e um convite para participar. Para que seja efetivo, é necessário acesso diário à internet com velocidade mínima de 256Kbps.

Etapa prevista para durar uma semana. Nela, os participantes terão a oportunidade de se dedicarem exclusivamente às atividades de aprendizagem e de aprofundar conhecimentos, interagir entre si, com os palestrantes e facilitadores que acompanharão todo o curso. As atividades acontecerão em um local fora de Manaus, adequado para sensibilização, envolvimento, reflexão e melhor qualidade de aprendizado.

 

 

  • Apresentação do curso
  • Sessão lúdica de apresentação de todos e contação de causos
  • Palestra Novos paradigmas, sustentabilidade e ação

 

  • Sustentabilidade e Amazônia
  • Ativismo, não-violência e ativismo contemporâneo

  • Como lidar com a violência
  • Mobilização e formas de organização
  • Inteligência e pesquisa para campanhas e aspectos legais

  • O processo de elaboração de uma campanha
  • Ferramentas e conceitos para a construção de um projeto de campanha
  • Oficina de campanha

  • Estratégia de comunicação para campanhas: linguagem, técnicas e ferramentas de comunicação
  • Oficinas de comunicação

  • Pontos importantes na organização de ações urbanas: passeatas, protestos pacíficos e outras manifestações e seus aspectos legais
  • Oficinas de ação

  • Análise dos temas abordados ao longo da semana e no período online e construção coletiva das conexões existentes
  • Preparação para o período online pós-imersão

  • No barco: Avaliação do curso, considerações finais e informes dos próximos passos

No período pós-imersão, os participantes trabalharão em exercícios teóricos e práticos na mesma plataforma da Jornada Online inicial. Os temas serão relacionados aos conteúdos das semanas anteriores. É um momento importante para a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Nesta etapa, também será necessário acesso à internet com velocidade mínima de 256 kbps.

 

> VEJA COMO FOI A PROGRAMAÇÃO DOS CURSOS ANTERIORES.

 

 

Veja abaixo os palestrantes das duas primeiras edições do curso básico. Os palestrantes variam a cada curso.

Ricardo Abromovay Marina Silva Tasso Azevedo Tica Minami Marcelo Marquesini Cassio Martinho

 

Cassio Martinho, jornalista, professor de cursos de Comunicação Social, com ênfase em comunicação alternativa, gestão cultural, cooperação e redes. Atua há 12 anos como consultor em gestão do trabalho em rede para organizações governamentais e não-governamentais. Autor do livro Redes: uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização (2003) e organizador da coletânea Vida em rede: conexões, relacionamentos e caminhos para uma nova sociedade (2011).

David “Madalena” Monteiro, especialista em logística e ações diretas terrestres, fluviais e marítimas. Ativista, trabalhou oito anos no Greenpeace Brasil, coordenando departamento de ações com a função de elaborar estratégias, planejar, preparar e executar atividades publicas e ações diretas. Atualmente, presta consultoria para organizações não-governamentais no planejamento e execução de atividades públicas.

Felício Pontes, paraense de Belém, é procurador da República há 14 anos, mas desde muito antes já guiava sua atuação profissional para lutar pelos direitos constitucionais de crianças, índios, populações tradicionais e pela integridade do meio ambiente amazônico. Formado em Direito pela Universidade Federal do Pará, é mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Iniciou a carreira como advogado do Centro de Defesa de Direitos Humanos do Rio e, posteriormente, como Oficial de Projetos da Organização das Nações Unidas, em Brasília. Ingressou no Ministério Público Federal como Procurador da República em Santarém, no oeste do Pará, em 1997. A partir do ano 2000, passou a atuar em Belém, onde foi Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Procurador Regional Eleitoral e Procurador-chefe. Atualmente, atua em casos de improbidade administrativa, na proteção ao meio ambiente e aos direitos indígenas. Nesses 14 anos de atuação no MPF, Pontes Jr coleciona casos importantes e rumorosos. Tocou o processo contra a instalação irregular de um terminal graneleiro da multinacional Cargill em Santarém que culminou com o fechamento do porto, em 2007. Foi responsável, em 2004, pelo acordo com a Caixa Econômica Federal que pôs fim aos dramáticos despejos de mutuários na capital paraense. E, desde 2001, vem demonstrando no Judiciário as irregularidades cometidas pela associação entre o governo federal e grandes empreiteiras no projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte. 

Gabriela Vuolo,
formada em Relações Internacionais pela PUC-SP, trabalhou por oito anos no Greenpeace Brasil, atuando nas campanhas de transgênicos, clima e energia. Colaborou com a campanha Exterminadores do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre o Código Florestal, em 2010. Atualmente coordena a área de mobilização do Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana.

Marcel Taminato, antropólogo, mestre em antropologia social (UnB), doutorando em antropologia (Cornell University). Facilitou processos de aprendizagem intercultural em diferentes países como membro integrante do Intercultural Learning Development Group do AFS Intercultural Programs (Brasil, Bolívia, Argentina, Chile, Paraguai, Tailândia, EUA). Foi moderador convidado do portal sobre tecnologias colaborativas e o futuro da internet da IBM (www.internetevolution.com). Realizou trabalhos de pesquisa na área de conflitos socioambientais e impactos de megaprojetos para organizações não-governamentais e governo. Recebeu prêmios por seus artigos da Associação Brasileira de Antropologia, Chulalongkorn University (Tailândia) e Cornell University.

Marcelo Marquesini, engenheiro florestal, mestre em Ciências Florestais pela ESALQ/USP e campaigner, trabalhou por sete anos em pesquisas sobre silvicultura e manejo de florestas de várzea e apoio e assistência técnica a populações caiçaras no Vale do Ribeira (SP). Foi coordenador geral de Fiscalização Ambiental do Ibama em Brasília e diretor técnico da Agência de Florestas e Negócios Sustentáveis do Amazonas, onde promoveu a consolidação de cadeias e arranjos produtivos locais de produtos florestais não-madeireiros. Trabalhou 15 anos na Amazônia, dos quais dez no Greenpeace, voltados a mobilização e ativismo pela preservação das florestas e respeito aos direitos das populações tradicionais. Atualmente é consultor na área de sustentabilidade.

Marcos Sorrentino, Biólogo e Pedagogo, com doutorado em educação e pós doutorados no Departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo e no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília, onde também é pesquisador colaborador. Foi Diretor de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente de abril de 2003 a junho de 2008. Tem experiência na área de Educação, com ênfase nos seguintes temas: educação ambiental, políticas públicas e planejamento de futuro na direção de sociedades sustentáveis. Participa, desde os anos anos 70, de entidades ambientalistas, de cidadania e de educação ambiental. De 1985 a 1988 foi docente no Departamento de Educação na UNESP, campus de Assis. É docente, desde 1988, no Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP, onde coordena o Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca).

Marina Silva, licenciada em História pela Universidade Federal do Acre e pós-graduada em psicopedagogia. Foi vereadora, deputada estadual, senadora por dois mandatos (1995 a janeiro de 2011) e Ministra do Meio Ambiente (2003 até maio de 2008). Em 2010 foi candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, do qual desfiliou-se em julho de 2011. Em quase 30 anos de vida pública, recebeu muitos prêmios nacionais e internacionais pelo seu trabalho em defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Entre eles, o “2007 Champions of the Earth”, principal prêmio da ONU na área ambiental, a medalha Duque de Edimburgo, em reconhecimento à sua trajetória e luta em defesa da Amazônia brasileira – o prêmio mais importante concedido pela Rede WWF e, em 2009, da Fundação Príncipe Albert 2º de Mônaco, o Climate Change Award, em reconhecimento à sua contribuição para projetos na área do meio ambiente, ações e iniciativas conduzidas sob a ótica do desenvolvimento sustentável. Desde março de 2011, Marina Silva integra o Millennium Development Goals (MDG) Advocacy Group, organismo voltado para trabalhar juntamente com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas na construção de uma vontade política e uma mobilização global para o cumprimento dos Objetivos do Milênio.

Pedro Belasco, Cientista Social, desenvolvedor de software, membro da comunidade Transparência Hacker, ativista por Software Livre, Cultura Livre e Dados Abertos.

Rebeca Lerer, jornalista, ativista e campaigner, foi líder da campanha de Clima e Energia e coordenadora da campanha de mercado de madeira do Greenpeace Brasil. Atua na área de sustentabilidade, responsabilidade social, direitos humanos, em entidades nacionais ou internacionais que promovem campanhas e ativismo, projetos de mobilização pública ou culturais, criação e geração de conteúdo. Diretora de conteúdo e porta- voz da Matilha Cultural, espaço independente de cultura e sustentabilidade no centro de São Paulo.

Ricardo Abromovay, filósofo, é professor-titular do Departamento de Economia da FEA e do Instituto de Relações Internacionais da USP. É coordenador do Projeto Temático FAPESP sobre Impactos Socioeconômicos das Mudanças Climáticas no Brasil e do Núcleo de Economia Socioambiental da USP (www.nesa.org.br). Seu programa de pesquisa volta-se ao estudo dos comportamentos dos atores sociais nos processos contemporâneos de transição para uma economia de baixo carbono e apóia-se teoricamente nas principais correntes contemporâneas da sociologia econômica.

Tasso Azevedo, engenheiro florestal, foi Secretario Executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Diretor Geral do Serviço Florestal Brasileiro. É consultor e assessor para assuntos de floresta e clima do Ministério do Meio Ambiente.

Thais Brianezi, jornalista (ECA/USP) e mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSCA/UFAM). Já foi produtora do Programa Ação (Rede Globo), pauteira do Boa Notícia (Canal Futura), correspondente da Radiobrás (atual EBC) no Amazonas, professora de Comunicação Social da Faculdade Boas Novas, analista de projetos da mobilização comunitária do Canal Futura na Região Norte e pesquisadora do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis da ONG Repórter Brasil. Atualmente, faz doutorado em Ciência Ambiental (PROCAM/USP) e está vinculada à OCA – Laboratório de Educação e Política Ambiental (Esalq/USP).

Tica Minami, jornalista e ativista. Trabalhou quase 10 anos no Greenpeace, dos quais oito anos na Amazônia, coordenando estratégias de comunicação de campanha. Atualmente, trabalha junto ao Movimento Xingu Vivo Para Sempre, colaborando com os esforços de comunicação e mobilização para barrar a construção de Belo
Monte. Participa de iniciativas e projetos de mobilização pública e ativismo na área de sustentabilidade, responsabilidade corporativa e direitos humanos.

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